Anúncios
Às vezes, o que trava a vida da gente não é nem a falta de vontade — é a falta de clareza.
Quando a pessoa está negativada ou com score baixo, tudo fica nebuloso: ninguém diz quanto ficaria a parcela, ninguém dá uma previsão realista, e os bancos tratam a situação como se fosse definitiva. Isso cansa. Dá a sensação de que, mesmo reorganizando a vida, você está sempre um passo atrás.
Mas existe um jeito mais direto de entender o que cabe no bolso sem depender daquelas análises duras que Santander, Itaú, Banco do Brasil, Sicoob, Bradesco e Caixa fazem.
E esse caminho começa simplesmente descobrindo o valor real da mensalidade — sem promessas vazias, sem surpresa na última página do contrato.
É por isso que o simulador existe: para mostrar, de forma prática, quanto você pode pagar e qual tipo de contrato faz sentido para o seu momento.
O simulador que mostra a realidade — não a resposta que o banco quer dar
A grande diferença desse simulador não é a tecnologia, mas o propósito.
Ele não está aqui para aprovar ou reprovar ninguém. Ele está aqui para mostrar o que é possível.
Enquanto os bancos usam o score como filtro automático, o simulador trabalha com outra lógica:
quanto cabe no seu orçamento hoje, com a vida que você leva agora.
Você pode testar valores, ajustar prazos, trocar modelos… e entender sozinho o que se encaixa melhor no que você consegue pagar.
É um jeito honesto de ver o cenário antes de assumir qualquer compromisso.
Simulador de parcelas
Preencha os campos abaixo para ter uma ideia de quanto pode ficar a sua mensalidade. Os valores são aproximados e servem apenas como referência.
Resultado da simulação
Este é um cálculo aproximado, com base em juros fixos. As condições reais podem variar conforme análise da empresa ou banco.
Por que as parcelas mudam tanto de pessoa para pessoa? Juros, score e realidade
Quando alguém tenta financiar um carro com score baixo, acontece sempre a mesma coisa:
os juros vêm lá em cima, a entrada vira um obstáculo e a aprovação depende de um histórico que muita gente não tem como mudar de imediato.
Os bancos tradicionais seguem uma lógica dura:
se você já teve problema, você é o problema.
E isso trava qualquer negociação.
Mas olhando a vida real, a parcela depende mesmo é de três fatores:
- O valor do carro
Carros com manutenção barata e boa revenda tendem a ter parcelas menores. - O prazo que você escolhe
Quanto mais tempo, menor a parcela — mas a escolha tem que caber na sua rotina, não só no papel. - A modalidade do contrato
E aqui está o pulo do gato: financiamento não é a única forma de ter um carro.
É nessa parte que muita gente descobre que estava insistindo no caminho errado.
Leasing: quando o banco trava, esta modalidade abre a porta
Enquanto o financiamento tradicional “pesa” seu passado, o Leasing olha para o presente.
No Leasing, o carro não vai para o seu nome durante o contrato.
Isso reduz o risco para a empresa — e, como consequência, a aprovação fica muito mais leve, mesmo para quem está negativado.
A mensalidade costuma ser fixa, previsível e, em muitos casos, sem aquela exigência de entrada que espanta quem está recomeçando.
É por isso que tantas pessoas conseguem o carro sem passar pelo filtro rígido dos bancos.
O modelo é simples, prático e pensado para quem precisa de um veículo funcionando, não de uma avaliação perfeita.
Se quiser entender como funciona isso na prática, com detalhes claros:
(você permancera no site atual)
A Kovi e a análise do presente — não do passado
A Kovi acabou ficando tão conhecida entre quem tem score baixo porque ela faz o oposto do que o banco faz.
Em vez de pedir um histórico “limpo”, ela avalia sua vida atual: estabilidade, renda, comportamento e rotina.
E isso muda tudo.
A pessoa que trabalha com o carro, depende dele para gerar renda e mantém organização mínima no dia a dia, tem uma chance real de ser aprovada — mesmo com restrições antigas no CPF.
Além disso, grande parte dos planos já inclui manutenção, seguro e assistência.
Isso evita aquele tipo de custo inesperado que derruba o orçamento de quem está tentando voltar a respirar.
Se quiser entender como essa análise funciona, direto ao ponto:
(você permancera no site atual)
Quando você entende a sua parcela, você entende o seu caminho
Ver o valor da mensalidade não é só uma curiosidade.
Para muita gente, é o momento em que tudo se organiza — porque, pela primeira vez, o número faz sentido.
É aí que a decisão deixa de ser sobre “ser aprovado” ou “ser recusado” e passa a ser sobre planejamento, rotina e possibilidade real.